PRÓXIMA GRANDE CRISE ECONÔMICA MUNDIAL! Como Proteger Seus Investimentos Da Inflação

631 visualizações26 de ago. de 2021

Você já sabe como proteger seus investimentos de uma crise? Já deixe nos comentários como você vem fazendo essa proteção e se você quer saber como nós do resenhando investimentos estamos agindo, fique até o final que falaremos o que estamos fazendo. Fala pessoal, sejam bem vindos a mais um vídeo do canal resenhando investimentos, e se você curtiu a ideia do vídeo, já deixe seu like compartilha e se inscreva no canal. Nas últimas semanas tem sido muito comum diversos vídeos falando de crise econômica mundial, instabilidade mundial, 4º onda de contágio, dentre outros assuntos que abordam o fator “crise”. Entretanto a ideia desse vídeo não é vender sustos e se aproveitar do hype do assunto, muito pelo contrário, queremos expor as nossas análises e a forma que estamos nos protegendo para quem sabe ajudar aqueles que se veem perdido em meio a tantas notícias. E para quem não viu nosso último vídeo falando sobre as possibilidades de crise, deixaremos aqui no card para que confiram. Agora continuando para o vídeo, já sabemos que de fato há fortes indícios de tempos difíceis não só para os investidores, mas para população em geral. Desde a alta das inflações, aumento de desemprego, desestabilidade econômica mundial, crise política etc. E um ponto que deveria ser do conhecimento de todos que entram nos investimentos, é que eles são apenas para potencializar a multiplicação do seu patrimônio, mas que o que de fato faz a maior diferença é o seu trabalho, o dinheiro que você ganha com seu emprego, com sua empresa, seus trabalhos free lancer, enfim. Estamos dizendo isso pois em momentos de atenção como esse, é importante ter mais modéstia e humildade perante o mercado. Quando buscamos altos retornos, estão atrelados a eles na mesma proporção os grandes riscos, e como já estamos vendo nas últimas semanas o que aconteceu com empresas de crescimento que estavam com múltiplos muito elevados como MELIUZ, MAGAZINE LUIZA, SINQIA, dentre outras cujo grande valor embutido nos preços de suas ações estão atrelados a expectativa futura, que ao ser avistada crise a frente, se espera um upside menor do que seria possivelmente. Por tanto é importante estarmos sempre atento aos sinais de mercado, seja por notícias de diversos canais de comunicação, economistas em redes sociais que estão por dentro dos assuntos que envolve a macroeconomia, canais no youtube que tragam informações atualizadas acerca do momento em que estamos vivendo. Pois nem só de coisas positivas vive o mercado, sempre foi assim e sempre será. Por isso estamos fazendo esse vídeo que julgamos de suma importância para dar algumas alternativas talvez mais seguras e viáveis de acordo com cada perfil, e lembrando que você primeiramente deve conhecer seu perfil de investidor, seu apetite ao risco e entender o quanto do seu patrimônio faz sentido colocar em renda variável sem pensar em resgates tão cedo. E para irmos direto ao ponto sem mais enrolação, o primeiro passo antes de falar dos ativos é a estruturação da estratégia. Por via de regra sempre tive uma reserva de emergência capaz de suprir minhas necessidades calculadas para 12 meses, desta forma, me certifico que o que tenho ajustado pela inflação será suficiente para o período planejado. Onde alocar essa reserva de emergência? Galera por se tratar de uma reserva de emergência, não há motivos para buscar “rentabilizar” esse dinheiro, desta forma o fator segurança é o mais importante (CDI, CDB, POUPANÇA) qualquer um que tenha liquidez imediata. Em seguida, as % de divisão da carteira, para quem tem muita dúvida de como criar a sua estratégia de divisão, acho uma das mais simples a arca do primo rico, que consiste em 25% a- ações brasileiras 25% r- real state (que seria os fundos imobiliários) 25% c- caixa e 25% a- ativos estrangeiros. Eu sigo algo parecido com essa estratégia, entretanto com as % um tanto quanto diferente, nas quais eu posso balancear a relação de porcentagem do caixa. Temos como objetivo muito em breve, dolarizar ao menos 40% do nosso patrimônio, ou seja, levar entre 40 e 50% dos nossos investimentos para fora do brasil, um grande motivo para isso é o fato da proteção cambial e fator geográfico de diversificação. Em menos de 30 anos o real perdeu mais de 85% do seu poder de compra, demonstrando grande risco futuro em manter 100% do nosso capital atrelado a ele. Mas levando em consideração a carteira que temos nesse momento, o nosso próximo passo já está ocorrendo, estamos aumentando nosso caixa visando aproveitar quedas significativas para comprar ótimos ativos a preços mais atrativos dentro de margens ainda mais seguras, bem como fizemos em março de 2020 e que nos possibilitou uma recuperação extremamente rápida e vantajosa. Visto que já estamos com nossa reserva de emergência ok, estratégia devidamente estruturada, e o caixa de acordo com a estratégia, agora vamos para alocação dos ativos levando em consideração os fatores supracitados. Lembrando que ainda que eu esteja aumentando o caixa, temos feito pequenas compras que julgamos boas oportunidades. Um ponto importante para nós atentarmos é aproveitar momentos como esse para comprar empresas sólidas, de setores perenes, ao invés de buscarmos micos de baixo valor nominal buscando multiplicações estratosféricas com empresas que sequer dão lucro. Dito isso vamos para nossa alocação de ativos. Julgamos como o número 1 das dos ativos de proteção os fundos imobiliários. Muitos devem ter estranhado eu citar fundos imobiliários uma vez que com a alta da Selic a tendência é que a renda fixa passe a ficar mais atrativa fazendo com que investimentos em fundos imobiliários migrem para investimentos mais conservadores. Mas a verdade é que devemos analisar também o fato de que muitos fundos imobiliários também poderão ser beneficiados com essa alta de outra forma, além do fato de que as altas projetadas já estão parcialmente precificadas. Quando falamos por exemplo de fundos imobiliários de imóveis físicos, devemos lembrar que no mesmo caminho da alta da SELIC, ESTÁ O IPCA E O IGPM, e que os valores desses imóveis também sofrerão correção, bem como os proventos que tendem a aumentar com o ajuste dos aluguéis vide projeção de aumento do IGPM. E isso não vale apenas para fundos imobiliários de tijolos. Devemos lembrar que há diversos fundos de papéis com investimentos em CRIS e em RF dentre outros investimentos no mercado imobiliário cujo os indexadores são IPCA e IGPM, o que indica um ajuste também para esses ativos gerando mais valor para os cotistas, seja através do aumento dos proventos, ou valorização do patrimônio. O número 2 que estamos acompanhando são as empresas de utilites (energia elétrica e saneamento básico), pois bem, apesar da crise hídrica que ocorre não só no brasil, mas vem atingindo outros países inclusive os estados unidos, entendemos que são serviços essenciais, de setores perenes dos quais a humanidade jamais viveria sem. Claro que é necessário buscar mesmo nesse setor oportunidades com um viés melhor estruturado que busca inovação em seus investimentos. Como egie3 que planeja dobrar sua geração de energia através de energia solar bem como ampliação dos campos de energia eólica. Enbr3 que vem no mesmo caminho planejando dobrar a produção de energia solar e triplicar as unidades de transmissão e que inclusive já estão em andamento, Taesa com contratos longos de transmissão que praticamente não será afetada em nada, Sanepar que vem estruturando melhor os seus investimentos inclusive no subsetor da rede de esgoto, CSMG3 (COPASA), que mesmo em meio à crise sanitária e agora crise hídrica, obteve forte aumento de receitas e de lucro e segue com preço atrativo. E não necessariamente tem que ser investimentos no brasil nesses setores, existem ETFS bem diversificados como XLU e o VPU que também estão inseridos no setor de utilites. O fato é que oportunidades aparecerão aos montes em momentos como esse, cabe a nós entender qual tem melhor sinergia com nossos objetivos. Eu gosto também de porto seguro, empresa muito resiliente, com um caixa fortíssimo, uma gestão impecável, e vem fazendo inclusive algumas aquisições para ampliar também o seu portifólio de produtos. E por último eu diria que criptoativos, mais especificamente os mais conhecidos como bitcoin e ethereum, que acreditamos ser sim uma forma de proteger uma pequena parte do nosso capital de forma que nenhum governo, nem ninguém será capaz de interferir, uma vez que vem se tornando cada vez mais forte e mais presente inclusive no dia a dia de grandes empresas que vem inserindo a bitcoin em seus planos futuros como PAYPAL, BR MALLS, TESLA, M

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